BLOG DO BERTINHO

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22.05.2020

Katia Morgan – “Hoje o mercado está cheio de mulheres e eu tenho muito orgulho disso”

Não importa se homem ou mulher, o que realmente conta é a coragem do caminhoneiro (a) em não desistir. Graças a esses profissionais, nós somos capazes de viver com muito mais qualidade de vida no Brasil ou em qualquer parte do mundo. E uma profissão que requer sacrifícios diários só poderia ser exercida por aqueles que amam o que fazem, que é o caso da Katia Morgan, de Orleans, Santa Catarina.

Katia assumiu o volante há quatro anos. Quando se casou, o seu marido já era caminhoneiro e ela acabou seguindo o mesmo caminho: as estradas desse País, mas cada um no seu veículo!

“Em quatro anos como caminhoneira, não me vejo mais fazendo outra coisa. Acredito que já rodei uns 70% desse nosso amado Brasil. E eu procuro fazer de todos os meus momentos na estrada, os mais felizes da minha vida. Mesmo com todas as dificuldades, eu amo o que eu faço e tudo o que eu transporto chega em seu destino com muito amor”.

Katia esteve na Librelato para retirar mais um implemento e afirmou que o produto atende muito bem todas as necessidades da empresa em que trabalha, e também as suas, como caminhoneira. “Eu já trabalho com implementos da Librelato e sempre sou muito bem atendida por todos. A qualidade, os benefícios e o valor são grandes diferenciais da marca”.

E quando a pergunta é sobre a receptividade em um mercado que é composto por sua maioria homens, Katia é enfática: é muito bem recebida!

“Na maioria das vezes eu sou muito bem recebida. Claro que ainda tem um certo machismo envolvido, mas não levo isso em diante. Foco na receptividade, que é maior. Agora um ponto importante que deveria mudar, são as estruturas das empresas para receberem motoristas mulheres. Por exemplo, geralmente o sanitário é masculino, então você acaba tendo que usá-lo, pois não tem outro meio”.

Para todas as motoristas do Brasil, Katia deixa uma mensagem. “Todo mundo tem que entender que qualquer tipo de trabalho do mundo é adepto para quem quer de verdade realizá-lo. Se optamos por esse setor, é porque conseguimos fazer. As qualificações das mulheres precisam ser respeitadas, independente do setor em que elas se encontram. E hoje o mercado está cheio de mulheres e eu tenho muito orgulho disso”.