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02.04.2018

Transporte e logística usam Internet das coisas para melhorar sustentabilidade ambiental

A Internet das Coisas (IoT) desempenhará um papel fundamental ao permitir que o setor de transportes e logística reduza os possíveis danos do carbono e minimize qualquer impacto negativo no meio ambiente. Isto é o que conclui uma pesquisa da Inmarsat (LSE: ISAT.L), principal fornecedor mundial de comunicações móveis globais por satélite, que descobriu que 95% das empresas do setor estão ativamente implementando tecnologias IoT para melhorar sua sustentabilidade ambiental.

A pesquisa conduzida pela Vanson Bourne para o relatório “The Future of IoT in Enterprise” obteve respostas de 100 grandes empresas globais de transportes e descobriu que 44% das empresas priorizam o monitoramento ambiental como uma área chave para a implantação da IoT. Além disso, 15% afirmaram ter aumentado sua sustentabilidade ambiental como resultado direto de suas implantações de IoT, e outras 65% esperam fazê-lo no futuro, destacando a eficácia da tecnologia nesta área.

 

Mike Holdsworth, diretor de Transportes da Inmarsat Enterprise, explicou a importância de adotar as soluções IoT para permitir que o setor de transportes e logística reduza a sua pegada de carbono: “O Fórum Internacional do Transporte estima que o aumento das demandas de viagens poderia levar as emissões globais de CO2 provenientes dos transportes a aumentar 60% até 2050, um número que se baseia no pressuposto de um progresso significativo com a adoção de tecnologias mais ecológicas. Sem esse progresso, aquele número deverá ser consideravelmente maior. O setor de transportes precisa ser mais inteligente se quiser se ajustar a essas mudanças com sucesso e limitar o seu impacto no meio ambiente, e é claro que muitos estão colocando suas esperanças na IoT para ajudá-los a conseguir isso.

“A IoT poderia ter um impacto imediato e considerável nas emissões atuais das empresas de logística. Por exemplo, as emissões de CO2 podem ser exacerbadas por equipamentos defeituosos, danos ao motor e planejamento deficiente de rotas, mas a IoT pode abordar essas questões utilizando dispositivos de telemática, sensores de diagnóstico e acelerômetros inteligentes para coletar dados de estado do motor e notificar automaticamente os gerentes da frota com alertas instantâneos de danos ou falhas/panes. Estas informações podem ser usadas para limitar o desgaste do motor e aumentar a média de quilômetros percorridos por litro (Km/l), reduzindo indiretamente as emissões globais e minimizando o desperdício ao ampliar a vida útil de cada veículo”.

Holdsworth continuou: “Existem diversas oportunidades para as empresas coletar, armazenar e analisar dados em tempo real de crowdsourcing ou de sensores localizados em veículos e máquinas em toda a cadeia de suprimentos, e isso terá valor inestimável para aqueles que desejam reduzir a sua pegada de carbono. No entanto, tomar decisões informadas em tempo real depende de ter dados disponíveis em todos os momentos, mas, para conseguir isso, você precisará de uma conectividade contínua e confiável – e é impossível alcançar isso sem as comunicações móveis por satélite”.

“Ao utilizar o IoT através de uma conexão de satélite e fazer ajustes estratégicos imediatos, as organizações de transportes terão uma vantagem distinta em relação à sua concorrência na obtenção da sustentabilidade ambiental”, concluiu.

Os serviços de banda L da Inmarsat oferecem uma rede global de satélites que pode fornecer conectividade crítica para comunicações confiáveis de ponta a ponta com até 99,9% de tempo de atividade, mesmo em ambientes isolados ou remotos com uma cobertura móvel mínima ou inexistente.

Fonte: Future Transport