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12.09.2019

Venda de produtos brasileiros para Argentina recua quase 40%

De acordo com o Ministério da Economia, as exportações brasileiras para Argentina caíram 39,7% em comparação com o ano de 2018. Dessa forma, a queda na venda de produtos reflete a crise argentina. Dentre os produtos mais afetados, estão: automóveis, autopeças, veículos de carga e óleos combustíveis.
 
Somente no mês passado, houve um decréscimo de 38,3% dos embarques para a Argentina. Ao todo, as exportações registraram US$ 6,778 bilhões e as compras de produtos argentinos ficaram em US$ 7,038 bilhões. Com isso, a balança comercial entre os dois países foi desfavorável ao Brasil em US$ 260 milhões.
 
Ainda de acordo com números da balança comercial de agosto, o Brasil registrou um superávit global. As exportações globais somaram US$ 18,853 bilhões e as importações, US$ 15,568 bilhões. Assim, a diferença entre as vendas e os gastos no exterior resultou em um superávit de US$ 3,284 bilhões. Vale ressaltar, que o resultado é o maior valor desde 2017 (US$ 5,592 bilhões) para meses de agosto.
 
No acumulado do ano, as exportações foram de US$ 148,853 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 117,094 bilhões. Com isso, o saldo está positivo em US$ 31,759 bilhões. No entanto, nos oito primeiros meses do ano passado, havia um superávit de US$ 36,665 bilhões.
 
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Produção industrial cai 0,3% em julho, no terceiro mês negativo seguido
 
A produção industrial fechou o mês de julho com recuo de 0,3%, de acordo com dados do IBGE. É o terceiro mês negativo seguido, após quedas em maio e junho. Frente a julho de 2018, o resultado foi de -2,5% e, em 12 meses, de -1,3%. Os resultados são da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada hoje pelo IBGE.
Apesar de ser o terceiro resultado negativo seguido, o perfil de julho ficou diferente do que o observado em maio e junho, explica o gerente da pesquisa, André Macedo: “antes, o perfil de recuo era disseminado. Já em julho, 15 das 26 atividades estão positivas, indicando uma concentração de resultados negativos”.
 
Os destaques negativos na comparação com junho ficaram com outros produtos químicos (-2,6%), bebidas (-4%), alimentos (1%) e equipamentos de informática e produtos eletrônicos (-3,3%). Por outro lado, a indústria extrativa cresceu 6%, terceiro resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, acumulando 18,5% em três meses e recuperando parte dos -24,5% acumulados nos quatro meses anteriores.
 
Na comparação com julho mês de 2018, o resultado de -2,5% foi menos intenso do que os -5,9% registrados em junho. A diferença pode ser explicada, em parte, por julho ter um dia útil a mais neste ano. Já o acumulado no ano (-1,7%) apresentou aceleração em relação ao resultado do primeiro semestre (-1,5%). No quadro por grandes categorias econômicas, somente bens intermediários apresentaram queda, tanto na comparação com julho de 2018 (-5,4%), quanto no acumulado no ano (-3%). Em ambos os casos, a categoria sofreu pressão da indústria extrativa. 
 
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