A Librelato, uma das três maiores fabricantes de implementos rodoviários do Brasil e segunda maior exportadora brasileira do setor, participa da IAA Transportation 2026, de 15 a 20 de setembro, em Hannover, na Alemanha, para fortalecer sua presença internacional e ampliar conexões comerciais. A empresa integra a missão organizada pela ANFIR e pela ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e estará no espaço brasileiro do programa MoveBrazil, no Hall 25 | B25, onde apresentará seu amplo portfólio de implementos e soluções.
“Chegamos à IAA Transportation com uma trajetória internacional já construída e com a responsabilidade de representar uma indústria brasileira que tem capacidade para competir em diferentes mercados. Ser a segunda maior exportadora de implementos rodoviários do Brasil mostra que nossos produtos já conquistaram espaço fora do País, mas entendemos que a internacionalização é um processo contínuo. Estar em Hannover nos permite fortalecer relacionamentos, apresentar nossa capacidade e construir novas conexões para sustentar uma presença internacional cada vez mais consistente”, afirma João Librelato, Diretor Comercial e Marketing da Librelato.
A IAA Transportation reúne em Hannover empresas e profissionais ligados aos segmentos de veículos comerciais, transporte, logística e tecnologia. Para a Librelato, participar do evento permite combinar a prospecção de oportunidades comerciais com o acompanhamento de tendências que estão transformando o setor mundialmente.
A presença brasileira é organizada por meio do MoveBrazil, programa desenvolvido pela ANFIR em parceria com a ApexBrasil para incentivar as exportações de implementos rodoviários e componentes. Nesta edição, 17 empresas brasileiras participarão da missão, entre fabricantes de implementos e fornecedores de componentes. A iniciativa amplia a exposição da indústria nacional diante de operadores, distribuidores e demais profissionais do mercado internacional.
A Librelato chega à Alemanha apoiada em uma trajetória de exportações construída ao longo dos últimos anos. A companhia já levou milhares de implementos ao exterior e mantém presença em diferentes mercados, experiência que contribui para compreender aplicações, características operacionais e demandas específicas de transportadores fora do Brasil. A empresa participou da IAA Transportation em edições anteriores e retorna em 2026 como parte desse movimento de expansão.
Embora não exponha fisicamente um implemento nesta edição, a Librelato utilizará seu espaço para apresentar a amplitude do portfólio e a capacidade de desenvolver soluções para diferentes operações. A companhia levará ao público internacional também um dos conceitos que orientam sua atuação: Feito Para Durar, que associa engenharia, robustez e durabilidade à busca por produtividade, disponibilidade e segurança ao longo da vida útil dos equipamentos.
Esse posicionamento ganha relevância em mercados nos quais diferentes condições de estradas, cargas, legislações e operações exigem soluções adequadas a cada realidade. A experiência acumulada no Brasil e no exterior permite à Librelato apresentar sua capacidade industrial e de engenharia ao mesmo tempo em que utiliza a IAA para conhecer novas demandas e acompanhar tecnologias aplicadas ao transporte.
Digitalização, conectividade, eficiência operacional, sustentabilidade e novas fontes de energia estão entre as transformações acompanhadas pela companhia. Para a Librelato, estar próxima dessas discussões contribui tanto para o desenvolvimento de produtos e processos quanto para a definição dos próximos movimentos de sua estratégia internacional.
“Feito Para Durar representa mais do que a resistência de um implemento. É uma forma de pensar o produto e a relação que construímos com quem transporta. Queremos levar essa cultura para os mercados internacionais, combinando o conhecimento que desenvolvemos no Brasil com a capacidade de entender cada nova operação. Participar da IAA ao lado da ANFIR, da ApexBrasil e de outras empresas brasileiras também mostra a força de uma indústria nacional que tem tecnologia, conhecimento e condições de ampliar sua presença no transporte mundial”, conclui João Librelato.